Menção — […] Além de corredores existentes, o plano também sugere expandir rapidamente a infraestrutura de transportes em leitos onde é possível fazer obras baratas acima da superfície: rodovias urbanas, linhas de transmissão, faixas de domínio vagas. […] Esse conjunto de corredores expressos é apelidado de macrô no Plano QUERO, um termo originalmente cunhado nas propostas do COMMU para trens macrometropolitanos em SP, assim como metrô abrevia trens metropolitanos. […] [Citando os artigos “A linha de metrô mais barata de São Paulo”, e “Para reduzir trapalhadas com trens regionais, governo deveria adotar múltiplas tipologias”]
Discutir cidades requer mais nuances
Recentemente, enquanto buscava novidades no mercado imobiliário, acabei me deparando com uma reportagem do Valor Econômico publicada em janeiro. Intitulado “Arquitetos querem mais do que seus ‘carimbos’ nos prédios”, o texto consulta arquitetos e figuras ligadas à incorporação, sendo oportuno para um coletivo que, como o nosso, trata da mobilidade no espaço que pode ter sido ou estar sendo transformado pelas figuras entrevistadas. De partida, cito a fala de Igor Melro, diretor comercial da Porte Engenharia e Urbanismo, que tem atuação relevante no segmento de alto padrão do Tatuapé e do Jardim Anália Franco.