Por Renato Martins | 24/08/2025 | 3 min.
Durante recente visita ao município, tive a oportunidade de analisar o movimento no terminal e percorrer diversas vezes o trajeto em direção ao lado B. Observei que a maioria dos usuários prefere descer pela plataforma C — o caminho mais direto — e, em seguida, atravessam diagonalmente em direção às plataformas F, G e H, onde há uma abertura no guarda-corpo. Vale destacar que o acesso oficialmente indicado seria pela plataforma A, que de fato oferece maior segurança por dispensar travessias.
No entanto, ao percorrer a plataforma A, identifiquei um problema relevante: há um estreitamento significativo entre um dos pilares e a quina da última loja antes das escadas que levam ao terminal. Esse gargalo pode causar desconforto e dificuldades em situações de grande fluxo de pessoas, comprometendo a fluidez do movimento.
Outros aspectos que merecem atenção são:
- A ausência de faixas de travessia entre as plataformas, mesmo considerando a necessidade de baldeação entre diferentes linhas;
- A falta de sinalização adequada para pedestres; e
- As rampas de acessibilidade, que seguem o padrão anterior à revisão de 2020 da NBR 9050 (embora este não seja o foco principal desta análise).
Com base nessas observações, proponho as seguintes melhorias para otimizar o fluxo de pedestres no terminal central:
- Implantação de faixas de travessia entre as plataformas; e
- Criação de uma travessia perpendicular na altura da abertura do guarda-corpo, considerando o fluxo natural que já se estabeleceu pela plataforma C.
Essas intervenções, conforme ilustrado na imagem acima, respeitariam o comportamento espontâneo dos usuários enquanto promovem maior ordem e segurança na circulação.
Quadros
Solicitação realizada junto ao município
Gostaria de sugerir algumas adequações simples visando um melhor ordenamento do fluxo dos passageiros no Terminal Central.
Em recente visita ao município, analisei o movimento no terminal e realizei o trajeto em direção ao lado B por algumas vezes. Me chama atenção que a maior parte das pessoas tende a descer pela plataforma C, o trajeto mais objetivo, e atravessam diagonalmente para chegar às plataformas F, G e H, por onde há a abertura do guarda-corpo. O acesso indicado seria pela plataforma A, que de fato é mais seguro e não exige travessias.
Contudo, um ponto que me chamou atenção é que no trajeto pela plataforma A há um estreitamento considerável entre um dos pilares e a quina da última loja antes das escadas que sobem para o terminal, o que causa um certo desconforto no caminho considerando uma situação de grande fluxo de pessoas.
Outro ponto a ressaltar é a ausência de faixas de travessia, mesmo entre as plataformas, considerando a possibilidade de baldeação entre diferentes linhas internamente, seria importante a existência de sinalização para os pedestres. Um adendo também seria em relação às rampas de acessibilidade que foram feitas no padrão anterior à revisão de 2020 da NBR 9050, mas nesse caso, não é o foco da minha sugestão.
Visando um melhor ordenamento nos fluxos dos pedestres no terminal central, o que sugiro basicamente é a implantação de faixas de travessias entre as plataformas e tendo em vista o comportamento atual do fluxo que prefere a plataforma C, e criar uma travessia perpendicular com a abertura do guarda-corpo, conforme imagem abaixo.
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