Privatização: memória curta e fantasiosa distorce papéis
As afirmações a seguir, publicadas em resposta a Rafael Calabria, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), são uma pesada “alucinação”. Em meio aos editoriais canalhas do Estadão e da Folha de S.Paulo, a desinformação corre solta. “ Quando a linha esmeralda era operada pelo estado servia apenas algumas estações, tinha dois trens, o povo esperava até 90 minutos. E tinha mais problemas que agora. Para ir de Osasco até Grajaú, às vezes valia mais a pena ir de metrô até o Jabaquara e pegar um ônibus. A CPTM (Companha Paulista de Trens Metropolitanos), criada por força da Lei n.º 7.861/1992, deu continuidade à dinamização do atendimento da atual Linha 9-Esmeralda (Osasco-Mendes·Vila Natal), então, Linha Sul (Osasco-Jurubatuba-Grajaú), no final da década de 1990. As primeiras etapas do processo foram iniciadas pela Fepasa (Ferrovia Paulista S. A.) ainda na ditadura militar, conforme resumido no artigo “A remodelação das linhas B e C da CPTM”, assinado por Homero Gottberg Fagundes (Revista dos Transportes Públicos - ANTP - Ano 20 - 1998 - 3º trimestre), do qual extraímos o seguinte fragmento: