Caminhabilidade

Praça Sacadura Cabral ainda sofre efeitos do rodoviarismo mogiano

Como apontado pelo COMMU recentemente, foram necessários R$ 4 milhões para custear as obras da Praça Sacadura Cabral, que praticamente desapareceu após a implantação de um pequeno complexo viário construído nos últimos anos no Centro Histórico e Tradicional de Mogi das Cruzes como parte de uma estratégia de aumento da segregação da circulação do tráfego de automóveis e motocicletas em relação à Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). De acordo com membro Andre Luis Vieira, morador de Mogi das Cruzes, a Prefeitura de Mogi das Cruzes está deixando a desejar e a Praça Sacadura Cabral ainda sofre os reflexos do rodoviarismo (ou, como preferiria dizer Pedro Geaquinto, do carrismo e da carrocracia). A partir de fotografias (algumas delas se repetirão para facilitar o entendimento) e de uma visita recente ao local, Vieira destaca alguns problemas:

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Rebatendo argumentos anti-ciclovia

Em 21/02/2015, sábado, a Folha de S.Paulo divulgava na sua página no Facebook a reportagem “Justiça manda Prefeitura de SP retirar ciclovia da frente de colégio particular”. Com comentários no Facebook que tentam minar qualquer perspectiva de tornar São Paulo uma cidade mais humana e menos carrocêntrica, decidi então, rebatê-los, tentando qualificar mais o debate, colocando várias fontes e informações, tentando “arejar” um pouco as discussões. Faltou planejamento! As pessoas não são contrárias às ciclovias/ciclofaixas, apenas querem planejamento… É um argumento muito utilizado, mas extremamente frágil. É notável que diversas ciclofaixas em São Paulo apresentam problemas, é óbvio, mas o fato de problemas existirem não implica, necessariamente, numa implantação irresponsável ou supérflua.

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