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Contra privatizações, COMMU colabora com vereador da capital

Contextualização Na segunda-feira, 10, o Coletivo foi contatado por Natália Araújo, assessora de imprensa do mandato do vereador paulistano João Ananias (PT). Fomos informados de que o mandato está comprometido com pautas ligadas ao transporte público em virtude da origem de Ananias (Itaim Paulista, Zona Leste da capital). Segundo Araújo, o vereador foi convidado a participar da mesa do seminário contra as privatizações ligadas às três estatais do transporte sobre trilhos. A interlocução em nome da entidade foi feita por mim, Caio César.

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Concessão do Lote ABC Guarulhos: COMMU encaminha sugestões

A seguir, você confere as 17 sugestões encaminhadas por meio do modelo cretino de planilha disponibilizado na página do Lote ABC Guarulhos no site da SPI (Secretaria de Parceria sem Investimentos; grafia deliberadamente incorreta). O Lote ABC Guarulhos envolve a existente Linha 10-Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra, com previsão de expansão como Bom Retiro-Rio Grande da Serra) e a inexistente Linha 14-Ônix (Bonsucesso-Jardim Sorocaba, com previsão de expansão como Bonsucesso-Jardim Irene).

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Amizade ou vassalagem?

Em sua recente visita ao Alto Tietê, o atual governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deixou clara a chantagem que se tornou regra em seu mandato: para ele, a discussão dos pedágios em rodovias que passam por solo mogiano não só está superada, mas faz parte de um modelo inevitável. O governador bolsonarista considera que o pedágio é um pilar inegociável da concessão almejada, que, por sua vez, é a única maneira de viabilizar a retirada de recursos do erário. Para Tarcísio, sem contar com a presença de capital privado, São Paulo simplesmente não tem capacidade para encarar os desafios que sua administração enxerga.

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Pesquisa Origem e Destino 2023: comentários preliminares

Introdução Este artigo está saindo com quase uma semana de atraso, mas considerando o comportamento infantilizado e baseado numa reatividade de extremo curto-prazo, quero frisar, desde já, que os resultados da última Pesquisa Origem e Destino são bastante preocupantes. Não consigo expressar quão preocupantes são, considerando principalmente a trajetória crítica que desempenho no Coletivo, os apontamentos presentes no relatório da pesquisa. A Pesquisa Origem e Destino é uma das mais tradicionais e completas em matéria de mobilidade, sendo um insumo relevante para o planejamento da operação e da expansão da rede metropolitana de transporte e, possivelmente, de alguns sistemas de caráter estritamente municipal que se entrelaçam com a rede sob responsabilidade do governo do estado.

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Concessão de mais duas linhas da CPTM levanta preocupações

A futura Linha 14-Ônix da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) terá impressionantes 32 km (10 km a mais do que a Linha 3-Vermelha, que parte das estações Palmeiras·Barra Funda e Corinthians·Itaquera) e tem motivado preocupações quanto a seu desempenho e capacidade: a adoção de bitola internacional e a opção por trens mais leves, cujos detalhes nunca foram verdadeiramente revelados ao público, se traduzem em perda de capacidade potencial e impossibilidade de interoperabilidade com a Linha 10-Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra, futuramente Bom Retiro-Rio Grande da Serra), que também será concedida em conjunto com a 14-Ônix — projeto conhecido como Lote ABC Guarulhos.

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Sim, adensa e deixa congestionar

Prólogo Este artigo é produto de uma série de comentários elaborados em abril de 2024, envolvendo uma verdadeira “salada” de assuntos interconectados. Seu subúrbio não é especial Sobre a privatização do trecho mais conflituoso da rodovia Raposo Tavares (entre São Paulo e Cotia), com previsão de alargamento, desapropriações e cobrança de pedágio, é preciso coragem para afirmar: quem se opõe também contribuiu para semear o projeto que se aproxima. Quando o problema estava fora dos bairros afetados pela concessão, estava tudo bem. Pedágio na rodovia ditador Castello Branco? Ok. Pedágio no sistema Anhanguera-Bandeirantes? Manda bala. Pedágio na dupla Dutra-Trabalhadores? Excelente, principalmente na Dutra.

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Com extinção da CPTM no horizonte, ainda há o que dizer?

Em meio à privatização da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), tenho me perguntado se há muito mais o que cobrir criticamente para o Coletivo. À medida que os contratos de concessão são celebrados, temos uma noção mais ou menos clara em torno dos investimentos futuros. Como já apontado por mim no âmbito deste Coletivo, o histórico sugere uma redução nos investimentos: média irrisória de R$/ano e ausência de grandes obras de infraestrutura, mesmo algumas intuitivamente necessárias, como a expansão da Linha 13-Jade (Eng. Goulart-Aeroporto·Guarulhos) em direção à porção sudeste da capital, facilitando o acesso às novas (e mais relevantes) centralidades de negócios nas regiões da Paulista e Berrini.

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Privatização do Trem Metropolitano avança em meio ao silêncio de petistas e intelectuais

Quando falamos sobre os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, em processo de desestatização), normalmente, é razoável assumirmos que as composições serão associadas à imagem de superlotação. Os trens, repletos de indivíduos oriundos das mais diversas periferias, há muito, espelham territórios deliberadamente tomados como irrelevantes, a despeito de qualquer fator concreto que indique o contrário. Numa angústia furiosa, mais uma vez, disparo palavras no vazio cibernético da Internet, denunciando que o Trem Metropolitano, com as inúmeras contradições que permeiam seu processo de recapacitação de mais de meio século, nunca carregou ou foi alvo de tanta hipocrisia.

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Os fragmentos de uma estatal em extinção

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) nasceu originalmente com a missão de maquiar a precariedade das linhas e entregá-las à iniciativa privada. O plano era ridículo, mas deixou bons frutos com o Integração Centro, responsável por transformar as estações Luz e Brás, além de promover outras intervenções menos visíveis. Legenda: Diagrama da rede de transporte metropolitano com o Integração Centro. Fonte: captura mais recente da Wayback Machine para quadro no site oficial do consórcio formado por Enger Engenharia e PCI, 30 de janeiro de 2005. Clique sobre a imagem para abri-la e ampliá-la Ao contrário do que alguns podem estar pensando, o Integração Centro se arrastou por mais de duas décadas e envolveu o Banco Mundial, que forneceu não apenas o empréstimo, mas também a doutrina econômica e política para a empreitada. A empresa Maubertec, responsável pelo projeto básico envolvendo estudos de traçados e projetos geométricos, torna pública sua participação num trabalho que consumiu, ainda em dezembro de 1993, Cr$ 19.962.467,70, antes do Plano Real, portanto.

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Distância entre estações e densidade: reflexões rápidas

Reece Martin, do canal RMTransit, publicou um vídeo relativamente curto e oportuno em torno da relação entre espaçamento de paradas e a densidade de atendimentos, com algumas considerações em torno da escolha modal (ou seja, ônibus ou bonde local, metrô regional, etc.). Embora Martin tenha mencionado exemplos como a RER (Rede Regional Expressa ou Rede Expressa Regional, traduções livres do francês para o português) e recheado o vídeo com imagens de sistemas canadenses, como aqueles presentes em Vancouver e Montreal, as noções apresentadas não são particularmente exclusivas do Canadá ou França, muito pelo contrário.

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