Migração Medium-Hugo

Aumento da coletivização da produção de conteúdo

Desde a implantação deste site, buscamos facilitar a busca de conteúdos de diferentes autorias, no entanto, como demonstrado nos balanços de 2020 e 2021, a produção textual ainda segue muito concentrada. Além da concentração na produção de textos, a gestão de nossas mídias sociais também estava muito concentrada. Considerando o exposto, o problema foi mais uma vez levado para o nosso grupo de discussões e, desde o dia 18 de fevereiro, Lucian De Paula e Diego Vieira ganharam acesso de edição na página do COMMU no Facebook. Richard Melo também se voluntariou em 23 de fevereiro e foi convidado para se tornar editor em 26 de fevereiro.

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Balanço de atividades 2020

Novo site No mês de junho nosso novo site finalmente foi lançado, representando uma ruptura com a plataforma Medium, que desde 2014 abrigava toda a nossa produção textual. Apesar das sugestões recebidas de outros membros, o árduo trabalho de colocar o site no ar foi executado por apenas uma pessoa, que estudou as tecnologias disponíveis no mercado, contratou a hospedagem e o domínio e iniciou a migração de todos os artigos, num processo moroso e frustrante, que levou meses (de 13 de junho até 1 de setembro) para ser concluído.

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Gostou? O COMMU está de casa nova!

A utilização do Medium, que parecia prática e infalível em 2014, acabou ficando desgastada com o passar do tempo. Ao longo do nosso “casamento” com o Medium, os problemas foram diversos e foi ficando claro que não havia outra solução: precisávamos migrar. Abaixo, resumimos os principais problemas que permearam nossa trajetória até aqui: O suporte ao português brasileiro, que nunca foi pleno (chegamos a ter problemas com caracteres acentuados durante um período); As inconveniências do modelo de negócio da plataforma começaram a crescer, com banners e outros elementos incentivando agressivamente a criação de uma conta; Com as mudanças constantes para monetização de conteúdo por parte do Medium, começamos a temer perda de visibilidade, já que a plataforma se fechou para o mundo anglófono e nunca tivemos um bom controle das métricas de acesso (o que tornava impossível falar em otimização para resultados em buscadores, o famoso SEO, Search Engine Optimization); Em várias situações o Embedly saiu do ar e os artigos ficaram com parte do conteúdo indisponível; Quando o Embedly não suportava o tipo de conteúdo a ser embarcado, nós não tínhamos nenhuma alternativa a não ser inserir uma hiperligação tradicional, uma imagem estática ou criar o conteúdo dentro de um site suportado pelo Embedly, o que limitava a interconectividade; O formato de publicações do Medium se mostrou muito limitado, porque não só estávamos disputando visibilidade, mas também disputando o interesse num ambiente que não convidava à exploração; Não tínhamos um “cartão de visitas” adequado e, com o abandono da opção de registro de domínios, o Medium basicamente deixou claro que queria distribuir conteúdo sem dar grande relevância para quem o criava, fortalecendo apenas a própria marca; A integração com outras redes e, principalmente, com plataformas de financiamento coletivo, era muito restrita ou então inexistente. O novo site (made in Zona Leste, diga-se de passagem) está muito melhor integrado com as nossas redes sociais e nossa página no Facebook, principal janela entre o COMMU e o mundo, fica sempre em evidência no rodapé. Nossas duas principais publicações no Medium, Trens Metropolitanos e Metropolização em Debate, seguem listadas na seção Artigos, lógica que também se aplicará à nossa terceira (e menos movimentada) publicação: O Coletivo em Movimento. Nossa série fotográfica sobre as centralidades da Região Metropolitana, chamada de Série Centros, ficará no Medium por enquanto, uma vez que se tratou de uma iniciativa experimental de pequeno alcance, mas não está descartada a criação de uma galeria de fotos no futuro.

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