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Populismo antipedágio domina preocupações com nova concessão da Dutra

No início de junho, quando nosso membro João Vitor Reis trouxe uma reportagem da Folha de S.Paulo para discussão. Intitulada “MPF tenta adiar cobrança de multa de free flow na Dutra, e proposta gera preocupação em setor de tags”. Minha reação imediata foi apontar que seguimos com zero discussão sobre transporte público. Considerando quão tímidos seguem sendo a nossa imprensa e os outros atores relevantes, gostaria de retomar neste artigo os principais apontamentos das últimas discussões do Coletivo em torno da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), concedida à iniciativa privada pelo governo federal na primeira metade de 2022 (notícia oficial), ainda sob o período bolsonarista. Figuras proeminentes do atual governo petista, entretanto, têm comemorado e ajudado a avalizar a concessão com frases como “a reforma da Dutra é Lula” (veja notícias aqui, aqui e aqui).

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Estamos no Telegram e Mastodon agora!

Aproveitando os tropeços na administração do Twitter, somado ao drama de baixo alcance que já enfrentamos há anos, gostaríamos de anunciar que tomamos a decisão de tentar disseminar conteúdo sobre mobilidade na RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) em duas redes alternativas. A primeira delas, apesar de problemática pela ausência de colaboração com o governo brasileiro, já apresenta alguma capilaridade adquirida. Trata-se do Telegram, um mensageiro multiplataforma, que já utilizamos com sucesso para as discussões internas do Coletivo. Nosso canal no Telegram, batizado de “Estação COMMU”, conta com cerca de 25 fontes programadas para distribuição de conteúdo, sem exigir estratégias de filtragem mais agressivas da nossa parte, como acontece no Facebook.

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Twitter e mobilidade urbana: o limite foi atingido?

Introdução Desde 2010 tenho acompanhado pelo Twitter o transporte coletivo na Região Metropolitana de São Paulo, cheguei até mesmo a colaborar assiduamente mandando informações com hashtags e ainda hoje mando esporadicamente. Mas…. ultimamente tenho pensado… Será que o Twitter chegou no seu limite diante do papel desempenhado pelos coletivos? Ando preocupado. É grande quantidade de perfis concorrentes, numa competição talvez sem sentido, em que a solidariedade e a colaboração parecem ter ficado de lado. No mínimo curioso, pois quando falamos de mobilidade urbana, de transporte público, com números superlativos de passageiros sendo transportados (e em alguns casos humilhados e maltratados) diariamente pela metrópole, solidariedade deveria ser a palavra-chave, mas não é.

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