Trens Metropolitanos

Reação exacerbada revela um cicloativismo que desconhece a realidade dos trens

Atualização (30/10/2021, 13h35): alguns críticos alegaram que o texto pede empatia, mas não é empático. Sim, o texto não é empático com o ciclista, porque reage a publicações que não foram empáticas com o usuário do transporte público. Princípio da reciprocidade. Atualização (30/10/2021, 14h07): alguns críticos alegaram que o texto fere os princípios do jornalismo porque supostamente apresenta falsas informações. A menos que os críticos entrem em contato citando quais são as falsas informações, fica o apontamento de que este texto não é jornalístico, apresenta informações apuradas em 25/10/2021 e que o trabalho do COMMU não é obrigatoriamente jornalístico, assim o teor e o tipo textual apresentam variações de artigo para artigo.

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É bobagem tentar reaproveitar antigas ferrovias para trens intercidades. Precisamos de trens de alta velocidade!

Prólogo Recentemente, uma discussão entre os membros Caio César e Tiago de Thuin acontecia no grupo fechado do COMMU no Telegram. O assunto era a verdadeira “sinuca de bico” da construção de ligações ferroviárias regionais verdadeiramente competitivas, principalmente entre as regiões metropolitanas de São Paulo e da Baixada Santista. Se você suspeita que o futuro trem intercidades entre São Paulo, Jundiaí e Campinas já é tacanho, confira o exercício de tentar repetir o modelo mirando em cidades como Santos, São Vicente ou Praia Grande.

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Baldy sobre cancelamento da Linha 18: “nunca houve e não há troca ou substituição de projeto”

Quase uma semana após reportagem do Estadão tratando de um possível imbróglio judicial, o secretário Alexandre Baldy (Progressistas), utilizou o Twitter e publicou a declaração em resposta ao perfil São Paulo YIMBY. Legenda: Retuíte comentado do secretário Alexandre Baldy Então, fica o nosso questionamento, que se soma às várias perguntas do site Metrô CPTM, também não respondidas por Baldy ou outro representante da pasta de transportes metropolitanos do governo paulista: se o cancelamento da Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Djalma Dutra), a despeito da existência de um certame com vencedor já determinado há anos, balizado por um projeto que, inclusive, foi em parte custeado pelo erário são-bernardense, de forma a favorecer um projeto privado de BRT (Bus Rapid Transit ou transporte de massa por ônibus, em tradução livre para o português brasileiro), proposto pela única concessionária existente em toda Área 5, que tem operado e mantido o Corredor Metropolitano ABD (São Mateus-Jabaquara) desde 1997, não implica troca ou substituição de projeto, do que se trata, afinal?

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Expansão da Linha 11-Coral até a Barra Funda divide opiniões nas redes sociais

Introdução Em resposta à licitação de número 0463200001, descrita como “prestação de serviços de engenharia especializada para a elaboração de projeto executivo, fornecimento e implantação dos sistemas de rede aérea de tração, sinalização/SCT, suprimento de energia de tração e via permanente para a extensão da Linha 13 - Jade, trecho Luz - Barra Funda da CPTM”, começaram a surgir reportagens em diferentes tipos de mídias sobre a expansão da mais movimentada linha da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e, com elas, diferentes tipos de opiniões nas redes sociais monitoradas pelo Coletivo.

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Falta de equipamentos de proteção no Metrô e na CPTM motiva criação de abaixo-assinado

Fomos informados por uma fonte anônima de que a seguinte mensagem tem circulado entre funcionários das empresas estatais de transporte sobre trilhos de São Paulo: Olá! Estamos organizando um abaixo-assinado exigindo melhores condições para os funcionários do transporte público de São Paulo. Atualmente, a empresa não nos disponibiliza nem mesmo os EPIs básicos, recebemos apenas máscara de papel, e os colegas pertencentes aos grupos de risco foram forçados a retornar ao trabalho. Não queremos parar, mas queremos que o Estado nos dê o mínimo de condição para sobreviver! Por favor, se você valoriza os profissionais do transporte, que não pararam em nenhum momento desta pandemia, nos ajude com sua assinatura e compartilhe com seus amigos e familiares!

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Filha do liberalismo à brasileira, SuperVia continua dando maus exemplos durante a pandemia

Recentemente, um vídeo alcançou mais de 15 mil interações (entre curtidas e compartilhamentos) no Twitter, nele, um trem da SuperVia, concessionária de uma parcela da malha metroferroviária da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, parte superlotado e com portas abertas de uma estação do Ramal Japeri. Para tornar a situação mais dramática, é possível perceber que o passageiro abaixou a máscara poucos segundos antes de o trem começar a partir. Na mesma data de publicação do vídeo, a SuperVia utilizou o Twitter para justificar a má prestação de serviços, alegando que “em função das fortes chuvas que atingem a Região Metropolitana, com incidência de raios, neste momento o ramal Japeri opera com intervalos irregulares e possíveis paradas para aguardo de sinalização durante a viagem”.

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Cerca de 3 anos depois, acesso sobre trilhos ao aeroporto internacional continua problemático

O atual governo estadual tem falhado na tentativa de tentar tornar a Linha 13-Jade (Eng. Goulart-Aeroporto·Guarulhos) mais atrativa. Em que pese as limitações orçamentárias, os esforços envidados até o presente momento parecem ter sido apostas, no mínimo, duvidosas. A ligação entre a capital e o aeroporto internacional foi implantada no primeiro quadrimestre de 2018. Não há como o governo imprimir uma marca positiva diante das carências históricas de infraestrutura que tem falhado em sanar. O fracasso da Linha 13-Jade revela não só problemas no formato da concessão federal e na postura sabotadora dos atores privados responsáveis por um dos principais aeroportos internacionais da América Latina, mas também teimosia por parte do governo estadual.

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Leitor se opõe às mudanças na Linha 13 e cria abaixo-assinado

Contextualização Em 19 de novembro, o secretário Alexandre Baldy entregou mais um trem da série 2500 e anunciou que os serviços Connect e Airport Express tinham sido descontinuados em favor de um novo atendimento, chamado de Expresso Aeroporto (vide reportagem do G1). O novo serviço não obedeceria parada nas estações Engenheiro Goulart e Tatuapé, além disso, o novo serviço obedeceria parada nas estações Guarulhos·CECAP e Brás apenas nas viagens sentido Luz. Desde então, a Linha 13 ganhou um serviço unificado, que é expresso pero no mucho.

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Jornal mogiano cita pressão legislativa pela expansão da Linha 11. Premissas continuam rodoviaristas

O Diário de Mogi continua reciclando as baboseiras ditas em torno da expansão da Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) até o distrito de Cezar de Souza, distante cerca de 5 km a leste do atual terminal da linha, construído na década de 1970. A edição de sábado passado, 24, pelo visto, não foi suficiente e novas reportagens baseadas na edição impressa de quinta-feira, 29, continuam sendo publicadas. Em uma delas, publicada em 30/10/2020 e assinada por Larissa Rodrigues (a mesma que revelou desconhecimento em torno da ciclovia da Marginal Pinheiros, na capital paulista), o lobby da vez mira nos deputados Marcos Damásio (estadual, PL) e Marco Bertaiolli (federal, PSD). Apesar de enaltecer o papel dos mandatários, o texto, porém, não aponta emendas ou fontes de recursos para o custeio da empreitada, similarmente, não há detalhes sobre as supostas ações em prol de Mogi das Cruzes.

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Jornal mogiano sai dos trilhos, minimiza desafios e volta a defender expansão da Linha 11 até Cezar de Souza

A edição de sábado, 24, d’O Diário de Mogi revelou um novo projeto gráfico, mudanças na periodicidade da versão impressa e uma capa anunciando um conjunto de reportagens especiais sobre a Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). As reportagens ocuparam quatro páginas, o que pode parecer pouco, mas para os padrões das mídias regionais da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo), é bastante coisa. Legenda: Diagrama recortando as linhas da CPTM que atendem a Zona Leste da capital e a Sub-região Leste da Região Metropolitana de São Paulo De cara, a adoção do termo “trem de subúrbio” pela repórter Carla Olivo, incomoda. Consideramos que sua utilização revela anacronismo e é incapaz de descrever os atuais serviços da CPTM, ademais, o termo resgata um paradigma de operação que jamais esteve preocupado em privilegiar deslocamentos internos. Esta postura obtusa do tabloide mogiano já foi motivo de crítica pelo Coletivo no passado. Chama a atenção que Cláudio de Faria Rodrigues, atual Secretário de Planejamento e Urbanismo, conforme exposto no box “Metrô de superfície” (p. 10), diferente do jornal, reconheça que a linha já faz papel de metrô:

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