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15 ações para melhorar a CPTM na Zona Leste

Prólogo Para desatar o nó e o pessimismo que congela qualquer tipo de mobilização, decidimos propor 15 ações para tentar solucionar os problemas de mobilidade que afetam sobretudo os passageiros do Alto Tietê e parte da Zona Leste. Considerando que as linhas já existem e estão predominantemente em superfície, o custo é consideravelmente menor em comparação sistemas novos e em subterrâneo, por exemplo, no caso da expansão da Linha 5-Lilás (atualmente Capão Redondo-Adolfo Pinheiro), o investimento chega a R$ 4,5 bilhões.

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Paranapiacaba: quando vão aprender a lição?

Prólogo As impressões se referem ao estado da vila em outubro de 2016 e a visita ao local foi feita em um sábado ensolarado. Para facilitar a leitura, os assuntos foram separados em tópicos. Expresso Turístico? Que nada! Apesar da popularidade do Expresso Turístico da CPTM, cujos ingressos para a viagem Luz-Paranapiacaba se esgotam rapidamente, é possível ir até a vila de uma forma muito mais barata, menos charmosa, é verdade, mas se falta charme, não falta flexibilidade, já que os horários de partida e retorno ficam livres da rigidez necessária a um serviço como o Expresso Turístico.

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Entre um milkshake e um sufoco

Sim, é uma provocação. Quer ver um exemplo? Quer ver como faz falta ter mais gente discutindo sobre a vida nas cidades? Escrevo este post após ter conhecimento de uma iniciativa conjunta das organizações ITDP e WRI, muito louvável, mas... quando visitei a página “Infográfico aponta onde estão as pessoas e o transporte na cidade de São Paulo” no site do ITDP, fiquei assustado ao me deparar com um material que chama as linhas da CPTM de “Ramais de trem” — em sã consciência, quantos passageiros usam o termo “ramais” em São Paulo para se referir às linhas da CPTM? — , além de apresentar uma visão um pouco mais engessada do que seria ideal para duas organizações que promovem cidades mais sustentáveis e com desenvolvimento orientado pelo transporte coletivo. Veja o objetivo abaixo, extraído do PDF do ITDP:

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Reformada, Estação Poá apresenta qualidade aquém do esperado

Introdução A Estância Hidromineral de Poá é um pequeno município no Alto Tietê, que recentemente foi agraciado com a reinauguração da Estação Poá, na Linha 11-Coral (Luz-Guaianazes-Estudantes) fruto de uma readequação funcional realizada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), com projeto da gestão atual da Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Assim como as estações Franco da Rocha (reconstruída) e Vila Aurora (nova), ambas na Linha 7-Rubi (Luz-Francisco Morato-Jundiaí), o projeto é claramente pobre e contrasta duramente não só com as estações mais novas da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), mas também com as estações novas da CPTM que foram projetadas na gestão anterior, sobretudo no governo de José Serra (PSDB).

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Mudança da Ceagesp pode afetar Linha 7-Rubi da CPTM

Atualização (20/07/2019): segundo o jornal Folha de Alphaville, o governo permanece avaliando as propostas e promete um parecer até o final do ano. O texto a seguir foi escrito em 2016 e continua válida uma boa parte dele. Entre Perus e Caieiras São informações colhidas em confirmadas em reportagem de hoje, 03/08/2016 da Folha de S.Paulo, jornal que costuma se lembrar da Linha 7-Rubi apenas quando tragédias ou falhas graves acontecem, a Ceagesp em Perus teria um contingente estimado em aproximadamente 30 mil trabalhadores, com 4 milhões de m² de área. A nova estação proposta para a Linha 7-Rubi (Luz-Francisco Morato-Jundiaí) estaria situada entre as atuais Perus e Caieiras, ambas com arquitetura vitoriana e tombadas como patrimônio histórico.

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Duas linhas da CPTM podem parar nas mãos da iniciativa privada

Prólogo A ideia de conceder a CPTM à iniciativa privada não é nova, na realidade, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos nada mais é do que uma empresa que planeja e projeta a expansão de uma malha que é totalmente dependente da contratação de empresas privadas para funcionar, seja na manutenção dos trens, passando pela limpeza das estações e atendimento de balcão, até chegar nas obras de modernização da infraestrutura.

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Arrastão na Linha 11: cadê o debate sobre políticas públicas?

A imprensa, sempre a imprensa Agora a crítica não vai para o Estadão, mas para a Globo, que por meio de seu portal G1 e da afiliada TV Diário, decidiu cobrir algo que, até então, só havia sido comentado no Twitter: E qual o problema da cobertura feita pela emissora e seu portal de notícias? A priori, nenhum, mas quando temos um serviço de transporte historicamente estigmatizado, que não necessariamente atende as áreas mais prestigiadas da Grande São Paulo, o mínimo que se espera é bom senso e a falta dele, observe, já começa pelo título, um belo alerta de sensacionalismo: ‘Quando olhei, tinha um 38 na minha cara’, diz vítima de arrastão, com uma escolha tão chamativa (e infeliz), a narrativa não tem outro tom: no espetáculo da violência, ninguém é convidado a pensar sobre políticas públicas, sobre papel do Trem Metropolitano, que como elemento indutor de desenvolvimento, não deveria ficar refém de problemas que ele, como elemento estruturante do território, poderia amenizar.

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Continuam tingindo a CPTM de cinza

Vamos brincar Vou propor aqui uma coisa bem simples: de 1 a 4, teremos algumas colocações sobre a realidade de quem depende do transporte sobre trilhos, leia, pense na malha de trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e no quanto as colocações parecem verdadeiras ou falsas, em seguida, continue lendo o nosso texto. Pronto? Então vamos lá! “A situação econômica não é boa (…) Pessoas estão enfrentando dificuldades para procurar um emprego e permanecer nele. Hoje eu recebi duas mensagens de pessoas e ambas me disseram que perderam os seus empregos porque estavam atrasados devido a problemas no transporte público”; “A rede ferroviária de transporte na região está em situação falha, o que impacta na habilidade das pessoas encontrarem e permanecerem nos empregos (…) Apesar de tudo, o governo e as autoridades regionais permanecem surdos a estas preocupações. Os políticos estão completamente desconectados das preocupações dos cidadãos”; “Ao longo dos últimos dois anos, os problemas aumentaram. Não é apenas uma linha, mas toda a rede. Trens são cancelados e serviços são cortados ou atrasam. Depois, há problemas com os trens quebrando e problemas que nós nem sequer entendemos. É um sistema de transporte do século XIX que não está apto para o século XXI”; “A malha precisa de pesados investimentos. [As autoridades] dizem aos passageiros que obras estão em curso, mas nunca vemos qualquer melhoria”. Agora que você leu e refletiu um pouco, vá para a próxima parte do texto e saiba mais sobre os fragmentos acima.

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Novo aeroporto em Caieiras: a CPTM está preparada?

Introdução Caieiras é um pequeno e jovem município, com 57 anos de existência, possuindo menos de 100 mil habitantes e uma área de aproximadamente 97 mil km² . Legenda: Adaptado de: IBGE Cidades para o município de Caieiras Com a notícia acima, como ficará Caieiras? Sendo a CCR a adquirente e vencedora para explorar o direito de operar um aeroporto, como fica a CPTM, sendo que a mesma empresa detém a concessão das rodovias Anhanguera e Bandeirantes?

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Precisamos falar sobre o Expresso Leste

Introdução Com a inauguração da Estação Suzano sendo adiada pela nona vez — a promessa agora é entregá-la em fevereiro/2016, embora o contrato, que deveria durar 15 meses, tenha sido assinado em outubro/2010 — , é chegada a hora de cutucar um pouco a ferida do Expresso Leste, parte da Linha 11-Coral (Luz-Guaianazes-Estudantes) da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, a CPTM. O Expresso Leste hoje é um trecho com 24 km na Linha 11, no qual o passageiro desfruta integralmente de trens com ar condicionado, baixos intervalos (nos picos, um trem a cada quatro minutos em média) e estações mais modernas, numa ligação paralela à Linha 3-Vermelha (Barra Funda-Itaquera) da Companhia do Metropolitano, sendo o único serviço expresso sobre trilhos da Zona Leste e também de toda a malha de trilhos da Região Metropolitana de São Paulo.

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