Nabil Bonduki

Ônibus em São Paulo: outra audiência “mais do mesmo”?

Graças à gentileza do nosso membro Lucian De Paula, soube que o vereador Nabil Bonduki (PT) realizará uma audiência pública na data de hoje. A iniciativa é um esforço conjunto com a vereadora Renata Falzoni (PSB). Estranhamente, não consegui encontrar uma divulgação recente da audiência nas redes sociais dos dois mandatos (considerando X e Instagram). O evento parece ter circulado apenas pelo WhatsApp, o que não inspira lá muita confiança, lamento.

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Cinismo, hipocrisia e habitação social

Problema como solução de outro problema Uma questão recente que muito deveria incomodar diz respeito às fraudes com habitação social. Este, ao contrário do que pode parecer de imediato, principalmente quando comparado a outras questões nas quais o Coletivo se debruça, como concessões que reduzem a qualidade dos serviços e regiões metropolitanas que não funcionam pelo excesso de municipalismo e ausência de mecanismos de governança, é um problema excelente. Por que é excelente? É excelente devido à materialidade: as unidades foram construídas. Num contexto em que um dos principais nomes da arquitetura e do urbanismo da USP (Universidade de São Paulo) não teve vergonha de dizer que “todo mundo quer poder morar numa casa, ou num bairro que tenha uma verticalização não tão grande”, há que se questionar o tipo de política pública que os nomes ligados ao LabCidade são capazes de produzir, principalmente quando romantizam favelas e são levemente antagonizados por um de seus colegas, ou quando já afirmaram num encontro em maio de 2025 que…

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São Paulo é refém de preservacionismos com critérios duvidosos

Sobre a recente demolição do edifício da Cultura Inglesa que funcionava na rua Deputado Lacerda Franco, classificado no Instagram como “icônico” e “de valor histórico” por Nabil Bonduki (PT), queremos aproveitar para reeditar alguns comentários na forma de um artigo, para que nosso latim não seja enterrado no submundo das redes pegajosas de Mark Zuckerberg. De partida, há que se compreender que as pessoas (frequentadoras e, sobretudo, moradoras) do bairro ou da vizinhança mais imediata, correspondem a uma pequena fração da cidade, não podendo ser descartada a possibilidade de protagonismo nas opressões em escala metropolitana que estão ligadas com a preservação de tecidos (ou seja, fragmentos do espaço que humanos transformam para viver) repletos de edifícios de baixo gabarito (ou seja, de pouca altura) e baixa densidade (ou seja, que abrigam poucos habitantes). Pinheiros é apenas um bairro.

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Dane-se Pinheiros e a esquerda caviar

Quando figuras proeminentes da esquerda brasileira, como Nabil Bonduki (PT) e Guilherme Boulos (PSOL) publicam em suas redes sociais, sempre vale avaliar não só os comentários, mas a moderação (ou a falta dela) em relação às ideias de potenciais pessoas eleitoras. Seriam alguns comentários um termômetro de um eleitorado que demonstra ser viciado em volante e cidades pouco densas e muito segregadas? Aparentemente, sim. As tristes demonstrações são constantes e é difícil observá-las com passividade.

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Paisagens invisíveis

Prólogo Pequenas alterações foram realizadas para explorar possibilidades inexistentes na rede social, além disso, foram feitas pequenas alterações para adequar o conteúdo à proposta do site. Superlotação: subproduto de uma paisagem excludente Legenda: Versão sem recorte da publicação original, de 3 de março. Trem superlotado no Serviço 710 (embarque para viagem entre as estações Ipiranga e Santo André), pico vespertino. Clique para abrir e ampliar “ O problema nunca foi "gente demais". Fim de papo. Não ataque as periferias. Questione privilégios. Ninguém aqui está dissimulando. Ninguém aqui está defendendo construtora.

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Quadrilátero de luxo não é “oásis”

O recente caso do Quadrilátero Vilas do Sol, mais uma vez, expõe uma argumentação criativa (para não dizer desonesta) e polarizadora, que pouco contribui para a construção de uma agenda robusta em torno da melhoria da urbanidade das cidades da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo). Pelas falas de Nabil Bonduki (PT), vereador eleito na última eleição, a região apresenta um modelo que equilibra a verticalização. Discurso perigoso. Luxo, herdeirismo e hipocrisia. Nabil, você legislará para quem? Lamentavelmente, de novo, encontramos um mandato de um partido de origem operária e metalúrgica se perdendo nos devaneios de herdeiras milionárias e, pior, oferecendo combustível para avaliações distorcidas do espaço. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nabil Bonduki (@nabil_bonduki)

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Luxo, herdeirismo e hipocrisia. Nabil, você legislará para quem?

Lamentavelmente, de novo, encontramos um mandato de um partido de origem operária e metalúrgica se perdendo nos devaneios de herdeiras milionárias e, pior, oferecendo combustível para avaliações distorcidas do espaço. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nabil Bonduki (@nabil_bonduki)

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Desenvolver a periferia ou democratizar a cidade?

E se a gente buscasse evitar que a capital paulista tenha bairros moedores de pobres, como a Cidade Tiradentes? O problema é que alguns de nós estamos prometendo descentralização indiscriminada, quando toda a sociedade deveria buscar a democratização do acesso (e, por acesso, estou falando de conseguir morar) às centralidades. Legenda: Publicação realizada no X no aniversário de 471 anos da cidade de São Paulo Lamento, mas o que o Boulos (PSOL) está sugerindo não é factível. Na verdade, é ilógico. Não é utópico, porque numa utopia, ninguém seria jogado num bairro inóspito de conjuntos habitacionais em primeiro lugar. Em qualquer circunstância, a Cidade Tiradentes não possui justificativa para existir. Ela existe porque houve uma decisão deliberada de preservação da paisagem. Essa decisão não só afetou classes médias, que, quando afortunadas, se instalaram em cercanias razoáveis de algumas linhas de alta capacidade do sistema de trilhos, mas também os mais pobres.

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Caça à “bruxa da verticalização” expôs contradições às vésperas do segundo turno

Recentemente, o recém-eleito vereador Nabil Bonduki (PT) — resultado para o qual contribuí, pois era um dos menos piores, e preciso dizer com todas as letras que assim o considerei — deu continuidade à sua esteira de vídeos curtos no Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nabil Bonduki (@nabil_bonduki)

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Sena Madureira: ação popular contra túnel deverá ser extinta e obras não serão interrompidas

A seguir, reproduzimos (com pequenas adaptações) a mensagem encaminhada por Ana Clara Costa no grupo “Não ao túnel Sena Madureira” associada ao parecer. Trata-se de grupo surgido organicamente após a subprefeitura cancelar a apresentação da obra do túnel, quando motivou o primeiro protesto parando a Sena Madureira, buscando reunir pessoas moradoras da Vila Mariana e outros indivíduos afetados diretamente na comunidade da rua Souza Ramos para organizar as ações de denúncia, protestos e resistência contra a obra. Eis a mensagem:

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