Urbanismo

As marginais se tornaram o sintoma de um tipo de egoísmo urbano

Contextualizando Recentemente compartilhamos em nossa fanpage publicações ligadas à Ação Civil Pública iniciada pela Ciclocidade, buscando evitar o aumento dos limites de velocidade nas marginais, a qual foi deferida, impedindo assim a Prefeitura de São Paulo de elevar os limites até que a liminar seja derrubada. Na altura você já deve estar se perguntando “tá, mas e daí?”, daí que vem a reação pública, a cobertura da imprensa, a cobertura dos veículos alternativos etc, sendo que aqui eu vou falar de como as pessoas estão reagindo nas redes sociais quando a grande imprensa fala do tema.

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Paulo Mendes da Rocha: “São Paulo não tem solução”. Será?

A premissa básica para a crítica de Mendes da Rocha gira em torno de duas coisas: Suposto excesso populacional; e Dificuldade de desurbanização caso a população pudesse ser drasticamente reduzida. Eis o fragmento que nos interessa: Cita o que considera bons exemplos da metrópole, como o Copan, de Oscar Niemeyer, e o Conjunto Nacional, de David Libeskind, ambos de uso misto e com térreos abertos. Mas afirma que São Paulo, como um todo, “não tem solução”. “Para começar nunca poderia ter chegado a 20 milhões de pessoas [na região metropolitana]. E hoje, fazendo uma divagação, mesmo que ficassem só 3 milhões, o que iríamos fazer com os prédios vazios? Não dá pra derrubar, não tem onde pôr o entulho. Só de latrinas você teria milhões”, afirma.

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Construtora anuncia plano para o Tatuapé e moradores culpam prefeitura

Contextualização O Tatuapé é a região mais cara da Zona Leste da capital paulista. Sua importância tem crescido a medida que o zoneamento, muito permissivo, facilitou o surgimento de um polo gastronômico, boêmio e comercial, cuja força se soma aos eixos rodoviários e metroferroviários da região, com destaque para as avenidas Radial Leste e Salim Farah Maluf, bem como para o corredor de alta capacidade formado pelas linhas 3-Vermelha da Companhia do Metropolitano de São Paulo, 11-Coral e 12-Safira da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

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As contrariedades na discussão de uma São Paulo policêntrica

Introdução Imagine viver numa região com 20 milhões de pessoas e ouvir discursos, geralmente proferidos por alguns moradores da capital, de que São Paulo precisa se descentralizar, numa noção reducionista, na qual há uma relação de dependência completa, como se pudéssemos separar todo um complexo e diverso território em duas metades: na primeira, a mancha formada pela Avenida Paulista, a região de Pinheiros e mais alguns lugares ao longo da Marginal Pinheiros, já na segunda metade, você tem todo o resto, tudo no mesmo balaio, da mais paupérrima periferia aos subúrbios mais ricos, com sedes de grandes empresas, tudo classificado e vitimizado como “o resto”.

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Por que o enterramento da CPTM no eixo Lapa-Brás é tão importante?

Introdução Há um documento que descreve mais detalhadamente a proposta, trata-se do Capítulo 10 de um estudo elaborado pela Fupam, uma entidade relacionada à Universidade de São Paulo. O trecho Lapa-Brás é chamado de Tronco Metropolitano da Mobilidade Urbana, que se desdobra da seguinte forma, de acordo com a página 1 do documento: O Tronco Metropolitano da Mobilidade Urbana compreende o trecho da rede da CPTM que começa nas proximidades da Estação Lapa e segue até a Estação Brás. Tem cerca de 10 quilômetros de extensão, com quatro linhas da CPTM em operação (7, 8, 10 e 11) e seis estações, sendo três na área da subprefeitura da Lapa (Lapa 7, Lapa 8 e Barra Funda), duas na subprefeitura da Sé (Julio Prestes e Luz) e uma na subprefeitura Mooca (Brás).

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Centro Velho, Marginal Tietê, projetos, possibilidades

Introdução De protagonismo alterado décadas atrás, uma das regiões mais icônicas devido à rica arquitetura e história, continua sofrendo com o estigma da degradação, sujeira e mendicância. Algumas ações interessantes têm sido empregadas pela municipalidade, sendo que alguns elogios de atores internacionais em certos campos já se evidenciam, bem como fica inegável que Nova Iorque parece ter sido fonte de inspiração para pelo menos algumas delas. O desafio aqui foi dar um enfoque abrangente, mas ainda assim conciso em relação à região central, alguns projetos e possibilidades.

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