Bicicletas

Tatuapé: por uma ciclovia na Itapura (parte 4)

Série especial Você está lendo uma série especial de artigos a respeito do Tatuapé e da Rua Itapura. Para visualizar os artigos já publicados, clique aqui. Conclusão Esperamos que esta série de artigos tenha contribuído para rebater as principais “abobrinhas” em torno de uma ciclovia na Itapura. Sabemos que a qualidade da infraestrutura viária nem sempre é adequada, no entanto, raros são os pleitos por ciclovias ainda mais caras, integradas com um projeto urbanístico mais sofisticado, pelo contrário, sobra sectarismo e ignorância.

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Tatuapé: por uma ciclovia na Itapura (parte 3)

Série especial Você está lendo uma série especial de artigos a respeito do Tatuapé e da Rua Itapura. Para visualizar os artigos já publicados, clique aqui. A primeira parte apresenta uma contextualização para a discussão apresentada. Combatendo a desinformação Nesta segunda parte, daremos continuidade à contra-argumentação. Desta vez, rebataremos dois lugares-comuns: (i) ciclovias devem ficar em ruas ermas; e (ii) falta ou não há planejamento. Ciclovias não deveriam ser implantadas em ruas movimentadas Sem entrar no mérito do que é ou não ser movimentado, o discurso é simplesmente contraditório, porque, mais uma vez, vai na contramão de qualquer noção minimamente racional de otimização. Ora, se a movimentação é grande, então que se priorize as formas mais eficientes de locomoção.

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Tatuapé: por uma ciclovia na Itapura (parte 2)

Série especial Você está lendo uma série especial de artigos a respeito do Tatuapé e da Rua Itapura. Para visualizar os artigos já publicados, clique aqui. A primeira parte apresenta uma contextualização para a discussão apresentada. Combatendo a desinformação Nesta segunda parte, daremos continuidade à contra-argumentação, tratando especialmente da redução das vagas de estacionamento. Redução das vagas de estacionamento Uma das reclamações com a qual mais nos deparamos está ligada à ideia de que é dever do poder público garantir que um veículo privado tenha garantia de espaço para estacionar. É preciso deixar claro, de partida, que não existe nenhum dispositivo legal que obrigue a municipalidade a oferecer estacionamento em vias públicas, seja ele livre ou rotativo (a famigerada Zona Azul), em outras palavras, se você é proprietário de um ou mais automóveis, encontrar uma vaga é um problema exclusivamente seu.

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Tatuapé: por uma ciclovia na Itapura (parte 1)

Série especial Você está lendo uma série especial de artigos a respeito do Tatuapé e da Rua Itapura. Para visualizar os artigos já publicados, clique aqui. Contextualização Dias atrás, uma acalorada discussão em torno de uma ciclovia na famosa Itapura, uma das principais ruas da parcela mais boêmia e gastronômica do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, alertou, mais uma vez, que boas práticas de planejamento e de desenho urbano estão bem longe de serem um lugar-comum numa das maiores e mais importantes cidades do planeta.

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COMMU participa de live com candidatura da periferia da Zona Leste

No dia 10 de setembro (quinta-feira), nosso membro Lucian De Paula participou de uma live com Toninho Vespoli, pré-candidato a vereador pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), estavam também presentes Giulia Grillo (Ciclocidade), Leandro Vallim (Politize) e Márcia Fernog (Bike Zona Leste). A conversa teve cerca de 90 minutos de duração e permeou uma série de temas relevantes para a mobilidade urbana em São Paulo, seja por transporte coletivo, seja por modos ativos (bicicleta e a pé).

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COMMU participa de conversa com candidatura de Piracicaba

Introdução O COMMU recorrentemente comenta, propõe e cobra melhorias nas políticas públicas voltadas à mobilidade na RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) e ocasionalmente na MMP (Macrometrópole Paulista). Temos um posicionamento que é facilmente identificado como de esquerda e progressista. Com isso em mente, embora não façamos apoio a nenhum partido em particular, não é possível ser apolítico e se isolar das instituições responsáveis por propor, executar e fiscalizar políticas públicas.

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COMMU e Bike Zona Sul participam de live sobre mobilidade urbana

Participaram do evento Caio César e Matheus Barboza (COMMU) e Paulo Alves (Bike Zona Sul). Cada um de nós teve 15 minutos para falar sobre mobilidade e mais alguns minutos para considerações finais. A live foi organizada e transmitida pela página SOS Transportes M’Boi Mirim, coordenada pelo Jailson, morador da região do Jardim Capela. Caio César alertou para os riscos envolvidos na concessão das linhas 7-Rubi (Luz-Francisco Morato-Jundiaí), 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi-Amador Bueno) e 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú). Na opinião do militante, os contratos serão pouco arrojados e congelarão o futuro de milhares de passageiros, uma vez que a duração é de 30 anos e renovações costumam ser comuns (vide as experiências com rodovias paulistas ou mesmo com a malha metroferroviária da Região Metropolitana do Rio de Janeiro).

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Prefeitura abre consulta para 38 km de ciclovias

A prefeitura de São Paulo disponibilizou a consulta pública 004/2020, que discorre sobre o edital de contratação, na modalidade concorrência por menor preço, da execução de 37,8 km de ciclovias, previstos para serem executados ainda este ano. Além da possibilidade de enviar sugestões até 5 de agosto para o e-mail smtlicitacoes@prefeitura.sp.gov.br a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes disponibilizou os projetos para serem consultados, junto dos arquivos do edital, por meio de uma pasta no Google Drive além do seu portal http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br.

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Ciclovia que tira espaço da CPTM vira pretexto para defesa de vias marginais expressas

Os fins não justificam os meios: rodoviarismo atrai rodoviarismo. Quando um grupo de arquitetos e ciclistas ignora o papel do transporte público, marginalizando a ele e a seus usuários, que até o momento não foram ouvidos, passa ser apenas uma questão de tempo até alguém aparecer pedindo mais asfalto, mais trânsito, mais carro. E este alguém, infelizmente, apareceu. Hoje, 2 de agosto, O Diário de Mogi, mais uma vez, demonstrou que não respeita a ferrovia e não está preocupado com quem dela depende. É lamentável encontrar, em pleno ano de 2020 e numa cidade que possui quatro estações da Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) e inúmeras possibilidades de atrelar o desenvolvimento urbano e socioeconômico ao sistema metroferroviário, a insistência em ideias anacrônicas de vias marginais e vias expressas, pior ainda, redundantes.

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Campanha por ciclovia que retira espaço dos trens continua preocupante

Em 24 de julho de 2020 a repórter Larissa Rodrigues d’O Diário de Mogi lançou um texto com a seguinte manchete “CPTM cede faixas para ciclovia na capital”, que apesar de não ter saído no site do jornal até a publicação deste artigo, circulou pelas redes sociais, despertando mais uma vez a nossa preocupação. Foi a quarta reportagem em menos de uma semana (as anteriores foram “Secretários apoiam projeto para ciclovia entre César de Souza e Jundiapeba”, publicada no dia 23, e “Secretário aprova sugestão de ciclovia entre Jundiapeba e César de Souza”, publicada no dia 21).

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