Bicicletas

Ciclistas podem estar no orçamento 2025 em São Paulo. Guia de participação

Das várias formas de pressionar políticas públicas, uma delas é ocupar os espaços de participação popular para o orçamento da cidade para 2025. É possível enviar sugestões para a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de São Paulo. Para participar, basta preencher o formulário clicando no link aqui. É possível fazer várias sugestões, do mesmo tema ou de temas variados. Na luta pela mobilidade ativa, disponibilizamos abaixo um modelo guia para facilitar o processo: basta copiar e colar, adaptando conforme necessário.

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Veículos elétricos: bicicletas são mais acessíveis e convenientes. Entenda

Legenda: Vídeo “Verdades inconvenientes sobre carros elétricos”, publicado no canal de Atila Iamarino no YouTube, que estimulou a escrita deste artigo É preciso uma discussão franca sobre infraestrutura necessária, capacidade de carregamento, o fetiche por autonomia incompatível com os deslocamentos urbanos cotidianos, e que carros elétricos ainda são carros, ocupam muita terra urbana e carregam em média apenas 1,3 pessoas por viagem. O preço médio de modelos de carro 100% a bateria foi de R$ 466.842. O valor está acima de veículos híbridos (R$ 421.714) e a combustão (R$ 270.926), segundo a Istoé.

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São Paulo vai pagar para pedalar, finalmente? BikeSP - Parte 2

Os membros da Câmara Temática da Bicicleta (CTB), instância acessória do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) pressionam, há anos, pela regulamentação do programa BikeSP, instituído por lei desde 2016, e do qual já comentamos aqui. Programa foi aprovado em 2016 Cobrado mensalmente nas reuniões da CTB com a prefeitura, o BikeSP, que prevê que a prefeitura pague pelos deslocamentos feitos de bicicleta até o trabalho ou escola, nunca saiu do papel, pois o município alegava não ter segurança para calcular o benefício da substituição dos veículos automotores pela bicicleta. Desde então, foi feita uma parceria com o Banco Mundial para apoiar o desenvolvimento e implantação do Plano Cicloviário de São Paulo. Dentro deste acordo de cooperação, o estudo deveria estimar as externalidades negativas e positivas provocadas, no contexto da cidade, pelas viagens de automóvel, moto, ônibus, bicicleta e a pé. O relatório estimou um valor dos benefícios que a migração de um meio de transporte para outro poderia trazer para a cidade. Assim, a prefeitura obteve informações suficientes para esboçar um início para o programa. O estudo do Banco Mundial iniciou-se em 2022 e foi finalizado no primeiro semestre de 2023.

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COMMU assina carta pela mobilidade ativa na COP28

Nós do COMMU (Coletivo Metropolitano de Mobilidade Urbana) lemos, endossamos e assinamos a carta produzida pela Partnership for Active Travel and Health (PATH ou Parceria pela mobilidade ativa e saúde, em tradução livre). A iniciativa reforça a necessidade de inclusão da mobilidade ativa nas políticas nacionais e no documento final de compromissos a ser publicado ao fim da COP28. A carta está disponível na íntegra aqui. Os signatários da carta buscam aumentar a atenção e o investimento no transporte ativo, visando não apenas a mitigação das mudanças climáticas, mas também benefícios para a saúde pública, redução da poluição do ar, melhoria do tráfego urbano e promoção de sociedades mais equitativas.

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Prefeitura abre consulta para licitação de ciclovias em São Paulo. Contribua com propostas

A prefeitura de São Paulo, através da Secretaria de Mobilidade e Trânsito, vai abrir licitação para nova fase de construção de ciclovias (com MUITO atraso e 300 km a menos do que deveria estar concluído até 2024 conforme o previsto no PlanMob e Plano Cicloviário) e deve contratar uma empresa pra fazer conjuntamente o projeto e executar a obra. No momento está aberta a consulta pública para recebimento de propostas de alteração, e basta enviar um e-mail para smtlicitacoes@prefeitura.sp.gov.br identificar o assunto com algo como CONSULTA PÚBLICA Nº 02/2023-SMT PROJETO E OBRAS DE CICLOVIAS e incluir as sugestões no corpo do e-mail.

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Santo André divulga ações do Plano de Mobilidade. COMMU acompanhou

Introdução Em 17/08/2022, sem muito alarde, foi realizada mais uma audiência do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do município de Santo André. Marcos Bicalho, consultor da Oficina Consultores, empresa responsável pelos trabalhos, realizou a apresentação das ações propostas no âmbito do Plano. Os membros Diego Vieira (Mobilidade Santo André) e Caio César (um dos principais idealizadores do COMMU) participaram da audiência pública do Plano. Santo André é uma das principais economias da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) e do conjunto de municípios conhecido por nomes como ABC Paulista ou Grande ABC, embora oficialmente corresponda à Sub-região Sudeste da RMSP.

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COMMU participa de audiência sobre a mobilidade de Santo André

Os membros Diego Vieira (Mobilidade Santo André) e Caio César (um dos principais idealizadores do COMMU) participaram de uma audiência pública do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do município de Santo André, uma das principais economias da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) e do conjunto de municípios conhecido por nomes como ABC Paulista ou Grande ABC, embora oficialmente corresponda à Sub-região Sudeste da RMSP. Iniciado às 19 horas de segunda-feira, 13, e durando aproximadamente 2 horas, o evento contou com uma apresentação do diagnóstico de mobilidade realizado pela empresa Oficina Consultores, contratada pela municipalidade para a elaboração do plano de mobilidade. A mediação ficou por conta de Thiago Canhos Montmorency Silva, integrante do corpo técnico da prefeitura.

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Reação exacerbada revela um cicloativismo que desconhece a realidade dos trens

Atualização (30/10/2021, 13h35): alguns críticos alegaram que o texto pede empatia, mas não é empático. Sim, o texto não é empático com o ciclista, porque reage a publicações que não foram empáticas com o usuário do transporte público. Princípio da reciprocidade. Atualização (30/10/2021, 14h07): alguns críticos alegaram que o texto fere os princípios do jornalismo porque supostamente apresenta falsas informações. A menos que os críticos entrem em contato citando quais são as falsas informações, fica o apontamento de que este texto não é jornalístico, apresenta informações apuradas em 25/10/2021 e que o trabalho do COMMU não é obrigatoriamente jornalístico, assim o teor e o tipo textual apresentam variações de artigo para artigo.

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Coletivo Bike Zona Leste cria abaixo-assinado em prol de ciclofaixa na Vila Matilde

De acordo com o Bike Zona Leste, a Avenida Melchert, ao ser dotada de ciclofaixa, passa a exercer um importante papel articulador entre a ciclovia Caminho Verde (paralela à Radial Leste até a Estação Tatuapé) e, potencialmente, entre a Vila Matilde e a nova ciclofaixa da Avenida Aricanduva. O coletivo de ciclistas também argumenta que a paralisação da implantação da ciclofaixa prejudica o acesso seguro de ciclistas a um dos principais eixos de comércio e serviços da região, violando o plano cicloviário da capital paulista, o qual havia sido construído democraticamente, além disso, é feito um apelo em prol de um trânsito mais humano e menos violento: “dados da CET e do Governo do Estado de São Paulo demonstram que vias que receberam ciclofaixas/ciclovias tiveram drástica redução de atropelamentos e colisões após a implantação da infraestrutura cicloviária, evidenciando a importância de intervenções desse tipo como forma de aumentar da segurança nas ruas”.

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Balanço de atividades 2020

Novo site No mês de junho nosso novo site finalmente foi lançado, representando uma ruptura com a plataforma Medium, que desde 2014 abrigava toda a nossa produção textual. Apesar das sugestões recebidas de outros membros, o árduo trabalho de colocar o site no ar foi executado por apenas uma pessoa, que estudou as tecnologias disponíveis no mercado, contratou a hospedagem e o domínio e iniciou a migração de todos os artigos, num processo moroso e frustrante, que levou meses (de 13 de junho até 1 de setembro) para ser concluído.

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