O Diário de Mogi ataca novamente. Nas palavras de Darwin Valente, ausência de eletrificação e circulação de trens cargueiros são pequenos problemas para expansão da Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Para o colunista, que não estimou valores e muito menos parece ter consultado especialistas, tudo se resume a vontade política.
Legenda: Diagrama recortando as linhas da CPTM que atendem a Zona Leste da capital e a Sub-região Leste da Região Metropolitana de São Paulo De partida, Valente omite o desafio de cruzar a movimentada Av. Manoel Bezerra Lima Filho, que conecta as faces sul e norte e está diretamente associada à rotatória vizinha ao terminal rodoviário. Hoje o cruzamento se dá em nível, mas a frequência dos trens cargueiros é extremamente baixa, por outro lado, o Trem Metropolitano da CPTM possui intervalo comparável a inúmeros sistemas metroviários, o que já enseja conflitos em outros pontos da cidade, notadamente no Centro Histórico e Tradicional, no qual a Prefeitura de Mogi das Cruzes enterrou (literalmente) 128 milhões de reais na forma de um complexo viário com túneis, além de gastar mais 4 milhões de reais na requalificação da Praça Sacadura Cabral, que basicamente desapareceu durante e depois da inauguração do novo viário — foram cerca de 5 anos com a praça desfigurada.
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