São Paulo

Prefeitura abre consulta para licitação de ciclovias em São Paulo. Contribua com propostas

A prefeitura de São Paulo, através da Secretaria de Mobilidade e Trânsito, vai abrir licitação para nova fase de construção de ciclovias (com MUITO atraso e 300 km a menos do que deveria estar concluído até 2024 conforme o previsto no PlanMob e Plano Cicloviário) e deve contratar uma empresa pra fazer conjuntamente o projeto e executar a obra. No momento está aberta a consulta pública para recebimento de propostas de alteração, e basta enviar um e-mail para smtlicitacoes@prefeitura.sp.gov.br identificar o assunto com algo como CONSULTA PÚBLICA Nº 02/2023-SMT PROJETO E OBRAS DE CICLOVIAS e incluir as sugestões no corpo do e-mail.

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Em São Paulo, o campo progressista ainda não despertou para a emergência climática. Entenda

Contextualização Recentemente, veiculamos em nossas mídias (Telegram, Mastodon e Facebook) um artigo do portal ((o))eco sobre emergência climática e, francamente, é doloroso compartilhar qualquer material a respeito. Se, de fato, estamos cruzando a linha e impondo danos irreversíveis ao planeta, pelo visto, o recado ainda não chegou na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A ideia de emergência climática, mesmo que respeitada e propagada pelo campo progressista, não está devidamente conectada com as ações enérgicas necessárias para frear a catástrofe produzida pelo egoísmo e ignorância do ser humano. Negacionismo climático é algo que esperamos das fileiras reacionárias da população brasileira, não da esquerda.

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COMMU identifica outro mega-empreendimento pouco discutido

Prólogo Enquanto reacionários encabeçados, principalmente, por urbanistas de esquerda e associações bairristas de direita, brigam para preservar a paisagem de baixa densidade do Centro Expandido da capital paulista, atuando como uma linha auxiliar à direita do prefeito Ricardo Nunes (MDB), grandes empreendimentos continuam surgindo nas franjas metropolitanas. Depois de Mogi das Cruzes, a bola da vez parece estar em Santana de Parnaíba, município do oeste metropolitano que se notabiliza pela condominialização impulsionada direta ou indiretamente pela “grife” Alphaville.

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Os tristes exemplos de uma esquerda urbanisticamente reacionária

Introdução Há cerca de três anos, temos discutido como os rumos da revisão do Plano Diretor Estratégico de São Paulo, sancionado hoje com alguns vetos pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), não eram adequados. Nosso descontentamento com a oposição não se limitou aos artigos publicados no site do Coletivo, invadindo periodicamente dimensões da vida pessoal. Neste artigo, trazemos um compilado de objeções em relação à revisão e argumentos chamando a atenção para problemas narrativos, discursivos ou argumentativos, para tanto, pedimos ao ChatGPT para parafrasear uma série de publicações no Twitter, em seguida, adaptamos respostas e comentários feitos por diferentes pessoas do COMMU. Para preservar todas as pessoas envolvidas, nenhum perfil em rede social será conectado às passagens a seguir.

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Menos Centro Expandido, mais periferia expandida

Discutir legislações áridas e complexas, como são aquelas que regulam a vida e a circulação de pessoas e mercadorias nas cidades, é um desafio considerável, que demanda tempo e paciência. No caso das recentes discussões sobre a revisão do PDE (Plano Diretor Estratégico) da capital paulista, mais do que artigos e alíneas, salta aos olhos o foco excessivo nas paisagens que se consolidaram no perímetro conhecido como Centro Expandido, ou seja, no interior das vias que compõem o chamado mini-anel viário e nas quais incide o rodízio de veículos.

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Sonho molhado da casa com quintal não combina com Centro Expandido

Quando convido urbanistas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP) a deixarem São Paulo, não estou expulsando ninguém, até porque, nem eu, nem qualquer pessoa deste Coletivo, tem o poder e o desejo de expulsar intelectuais. Trata-se de uma provocação. Talvez explícita, talvez deselegante, mas, ainda assim, uma provocação. Esse texto é um exemplo do que eu disse, fica importando soluções dos EUA e achando que é vanguarda do conhecimento técnico. E eu sou a favor de verticalização, mas essa que vai ocorrer não é pra atender pobre da periferia. Achei bem engraçado a sugestão: “SP, ame-a ou deixe-a”.

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Moradia e infraestrutura não podem virar pretexto contra verticalização

A necessidade de moradia popular é inegável, no entanto, não é possível acreditar que o discurso contrário à verticalização, que transformou intelectuais progressistas em aliados de associações reacionárias de bairro, virtualmente criando uma linha auxiliar à direita de Ricardo Nunes (MDB), possui em seu bojo a exclusão porque encampa uma noção favorável à moradia popular. Intelectuais incorporam discurso contra verticalização e prejudicam debate “Todo mundo quer poder morar numa casa, ou num bairro que tenha uma verticalização não tão grande”, assim começa a fala de Paula Santoro, uma das representantes da intelectualidade da Universidade de São Paulo (USP). Legenda: Publicação do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP no Twitter, destacando as falas questionáveis que surgiram durante uma entrevista à CBN Santoro justifica que a verticalização, supostamente descontrolada e assustadora, atingiu “anéis intermediários” da cidade de São Paulo, prejudicando “modos de vida”. Sua posição é bastante clara: a revisão do Plano Diretor Estratégico não pode ampliar a verticalização, sob pena de transformar o tecido de forma radical, irreversível e indesejável.

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Intelectuais incorporam discurso contra verticalização e prejudicam debate

“Todo mundo quer poder morar numa casa, ou num bairro que tenha uma verticalização não tão grande”, assim começa a fala de Paula Santoro, uma das representantes da intelectualidade da Universidade de São Paulo (USP). Legenda: Publicação do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP no Twitter, destacando as falas questionáveis que surgiram durante uma entrevista à CBN Santoro justifica que a verticalização, supostamente descontrolada e assustadora, atingiu “anéis intermediários” da cidade de São Paulo, prejudicando “modos de vida”. Sua posição é bastante clara: a revisão do Plano Diretor Estratégico não pode ampliar a verticalização, sob pena de transformar o tecido de forma radical, irreversível e indesejável.

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[VÍDEO] Hipocrisia na Revisão do Plano Diretor de São Paulo

Neste vídeo, Caio César, um dos idealizadores e fundadores do Coletivo, aponta os contornos contraditórios em torno do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da capital paulista. Crítico às alianças da esquerda com atores flagrantemente reacionário, como diferentes associações de bairros do Centro Expandido, César faz um apelo em prol de um debate que inclua a periferia e suas infraestruturas, como as linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

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Audiência expõe insegurança no monotrilho e retrato da privataria nas linhas 8 e 9

Introdução Na última terça-feira, 11, uma audiência pública história foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Convocada pelo Sindicato dos Metroviários e Metroviárias, a audiência contou com a participação de mandatos de oposição, representantes sindicais dos diferentes sindicatos que representam a classe ferroviária e foi mediada pela codeputada Sirlene Maciel da Bancada Feminista do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). A abertura foi realizada pela codeputada Paula, também da Bancada Feminista.

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