São Paulo

[VÍDEO] Hipocrisia na Revisão do Plano Diretor de São Paulo

Neste vídeo, Caio César, um dos idealizadores e fundadores do Coletivo, aponta os contornos contraditórios em torno do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da capital paulista. Crítico às alianças da esquerda com atores flagrantemente reacionário, como diferentes associações de bairros do Centro Expandido, César faz um apelo em prol de um debate que inclua a periferia e suas infraestruturas, como as linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

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Audiência expõe insegurança no monotrilho e retrato da privataria nas linhas 8 e 9

Introdução Na última terça-feira, 11, uma audiência pública história foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Convocada pelo Sindicato dos Metroviários e Metroviárias, a audiência contou com a participação de mandatos de oposição, representantes sindicais dos diferentes sindicatos que representam a classe ferroviária e foi mediada pela codeputada Sirlene Maciel da Bancada Feminista do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). A abertura foi realizada pela codeputada Paula, também da Bancada Feminista.

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O serviço “expresso” da Linha 13 não é bom

No último dia 07, o Plamurb publicou o artigo “Expresso Aeroporto da Linha 13-Jade: um serviço que continua muito bom”. Como usuário diário do serviço, tendo a discordar da opinião do colega. Antes gostaria de contextualizar minha relação com a linha. Em 2020 eu morava no Parque Belém, em São Paulo, e trabalhava em Guarulhos, no bairro Novo Recreio. Por conta disso, era um usuário assíduo do serviço Connect, que ligava as estações Brás e Aeroporto·Guarulhos, passando pelas estações Tatuapé, Engenheiro Goulart e Guarulhos·CECAP. Antes disso, cheguei a usar o serviço como alternativa à lotada Linha 12-Safira (Brás-Calmon Viana), indo até Engenheiro Goulart pelo serviço Connect e somente lá pegando a Linha 12 até a USP Leste, onde estudo. Hoje, 2023, eu moro no bairro Novo Recreio e trabalho no Itaim Bibi, na Zona Oeste da capital, sendo usuário assíduo do serviço existente entre as estações Aeroporto·Guarulhos e Luz.

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Após 40 anos, Zona Leste receberá empreendimento de uso misto à altura de suas linhas de metrô

Longe dos olhares de reprovação dos reacionários urbanísticos dos “três pês do apocalipse” (Pinheiros, Pacaembu e Perdizes), a Porte Engenharia e Urbanismo anunciou seu mais novo empreendimento imobiliário, batizado de Urman São Paulo e posicionado entre o Sesc Belenzinho e a Estação Belém da Linha 3-Vermelha (Corinthians·Itaquera-Palmeiras·Barra Funda). De acordo com a Gazeta do Tatuapé, o lançamento ocorreu no último final de semana, durante os dias 18 e 19 de março. Integrante de um conjunto de empreendimentos que se articulam linearmente por meio do sistema viário lindeiro à face sul do tronco metroferroviário da Zona Leste paulistana, o Urman promete entregar um audacioso conjunto de edificações de uso misto, que combina centro de convenções e eventos, unidades hoteleiras, unidades habitacionais de diferentes tipos, lajes corporativas, salas de cinema, teatro, restaurantes, lojas e centro de saúde.

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Com voos mais caros e ausência de trens, ônibus de luxo ganham mercado

Contextualização Em novembro, O Estado de S. Paulo publicou reportagem intitulada “Viagens de ônibus ganham luxos de 1ª classe, com sala vip, poltrona massageadora e TV; conheça”, que ao ser levada por mim para apreciação no grupo do COMMU no Telegram, resultou em uma discussão interessante, protagonizada principalmente por mim e pelo Tiago de Thuin. Inicialmente, percebi que as partidas da Levare em São Paulo parecem utilizar um artifício eufemisticamente chamado de “sala VIP”, de forma a contornar o verdadeiro ponto de partida das rotas: Guarulhos, segunda maior cidade da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo), cuja rodoviária tem ares desérticos, a despeito de possuir um terminal urbano integrado e um calçadão conectado à Linha 13-Jade (Eng. Goulart-Aeroporto·Guarulhos) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

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Tarifa zero não é bala de prata, mas pode valer a pena

Em seu artigo intitulado “A Tarifa Zero não vale a pena”, Anthony Ling apresenta uma série de argumentos (alguns deles acompanhados de referências relevantes) para sustentar, em suma, que: Tarifa zero custa muito caro e exerce uma pressão orçamentária relevante sobre outros serviços essenciais; Tarifa zero empobrece tanto sistemas de incentivos aos operadores existentes, quanto a percepção de qualidade da população usuária, que se torna mais leniente; Tarifa zero desestrutura mecanismos de equilíbrio entre oferta e demanda; Casos nacionais relevantes dependem de recursos como royalties de atividades de extração de recursos não renováveis, tais como minério e petróleo; O caráter universal da tarifa zero pode acarretar subsídios regressivos; A tarifa zero pode não resultar em migração modal do transporte individual motorizado para o transporte público coletivo; A tarifa zero pode reduzir a participação das viagens a pé e de bicicleta, resultando em migração modal do transporte ativo para o transporte público coletivo. As preocupações de Ling são, a meu ver, bastante razoáveis, no entanto, acredito que elas decorrem fundamentalmente de uma percepção diferente em relação ao papel da maquinaria estatal.

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A tarifa zero para os ônibus de São Paulo seria uma política correta? SIM E NÃO

Contextualização O assunto não recebeu o consenso adequado dentro do COMMU, mas eu gostaria de criticar especialmente a postura do campo progressista e agradeço pelo apoio que recebi de alguns membros, como Tiago de Thuin e o Diego Vieira, além de pessoas que não estão conectadas diretamente ao COMMU, como o Guilherme, responsável pelo São Paulo YIMBY. É importante deixar claro, como principal financiador e contribuidor deste site, que o espaço está aberto para o debate.

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Forasteiros são regra e não exceção

Primeiramente, não quero igualar as candidaturas de Fernando Haddad (PT) e Tarcísio Freitas (Republicanos), apenas chamar atenção para a situação, no mínimo irônica, dos contornos do atual pleito em relação às pautas que historicamente são abordadas pelo Coletivo. O COMMU já está há cerca de sete anos na estrada, ou melhor, nos trilhos. Por aqui, falamos muito sobre o sistema metroferroviário que atende as metrópoles de São Paulo e Jundiaí e, se algo ficou evidente depois de tanto tempo batendo cabeça, dentro e fora da Internet, é que muito pouca gente no campo progressista conhece o sistema. Ora, não saber andar nos trens significa só uma coisa: não saber andar pela região metropolitana, ou, no mínimo, não saber andar como milhões de pessoas andam.

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Direto ao ponto: revisão do plano diretor paulistano

Por meio do nosso membro Lucian, soube que a municipalidade realizará uma reunião em 14/10/2022 para discutir a revisão do PDE (Plano Diretor Estratégico). Obviamente, parece existir toda uma burocracia na divulgação e, por ser uma reunião extraordinária, não consegui encontrá-la no calendário de reuniões do CMTT (Conselho Municipal de Trânsito e Transporte), sendo assim, reproduzo abaixo o e-mail encaminhado: Aos Conselheiros, A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito – SMT, convida para participar da Reunião Extraordinária do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte – CMTT.

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COMMU comenta programa de governo de Tarcísio Freitas

Este artigo representa outro de nossos esforços na observação das eleições como pessoas cidadãs e eleitoras, especialmente preocupadas com os rumos das regiões metropolitanas da Macrometrópole Paulista, sobretudo com a Região Metropolitana de São Paulo. Assim como já fizemos com o candidato Fernando Haddad (PT), desta vez, avaliamos o programa de governo do candidato Tarcísio Freitas (Republicanos). Para tanto, reproduzimos a parte do programa que acreditamos estar mais próxima das discussões e anseios que alimentamos, tecendo comentários quando julgamos adequado.

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