2015

O motorista do automóvel é um vilão?

Legenda: Charge que compartilhamos no Facebook em 23/04/2015 Aproveitamos a polêmica gerada naquela altura para recuperar algumas colocações que fizemos, de forma a não permitir que sejam esquecidas num post antigo do Facebook. Vilão ou vítima? O motorista do automóvel é um vilão? Não. Nós, indivíduos, cidadãos, pessoas comuns, em geral respondemos aos incentivos que recebemos. Se a cidade, sociedade ou Estado fornece boas ruas para os carros e más alternativas para o restante, é razoável supor que as pessoas comprarão mais carros. Louvável aquele que, por pensar na cidade, mobilidade ou mero altruísmo, buscar alternativas mesmo contra todos os incentivos. Mas não dá pra imaginar que ele seja a regra.

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Como atuamos?

Prólogo Pretendemos aqui esclarecer como o COMMU, Coletivo Metropolitano de Mobilidade Urbana, atua e/ou pretende atuar para se somar a todos as pessoas que lutam por cidades mais democráticas, mais verdes, mais voltadas às pessoas, onde os deslocamentos sejam agradáveis. Objetivos e Princípios Aqui você confere nossos objetivos e princípios na luta por uma melhor mobilidade urbana na metrópole de São Paulo. Priorizar o transporte coletivo em detrimento do transporte individual motorizado A priorização do transporte coletivo significa desenvolver ações que busquem colocá-lo no topo da lista de prioridades do poder público em termos de mobilidade urbana.

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Manifesto a favor da redução da velocidade nas marginais

A Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo e o Coletivo Metropolitano de Mobilidade Urbana manifestam aqui sua posição favorável à redução da velocidade nas Marginais Pinheiros e Tietê na cidade de São Paulo. Antes de tudo, somos a favor da vida. Se reduzir a velocidade dos carros é uma maneira de garantir que vidas sejam poupadas, e, com isso, famílias inteiras deixem de sofrer, não podemos ter outra posição senão apoiar tal medida.

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Quatro minutos a mais na marginal ou mais de quatro décadas com menor qualidade de vida?

Introdução Usando contra a Folha de S.Paulo material da própria Folha de S.Paulo, lembremos de uma célebre frase do arquiteto e urbanista Jaime Lerner: “ O carro é o cigarro do futuro A declaração foi feita no Fórum de Mobilidade Urbana organizado pelo jornal em 2013, como podemos verificar aqui. Na altura, Lerner foi usado para depreciar as ações da prefeitura da capital paulista em relação aos ônibus, agora, de forma menos discreta, o tablóide paulistano expressa sua preocupação com a perda de 4 minutos devido à redução do limite de velocidade nas pistas expressas.

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Estrutura do automóvel como régua

Legenda: A Short History of Traffic “Engineering”, de Copenhagenize Design Co. O condicionamento do traçado da ciclovia à estrutura de uma via expressa, numa situação em que o meio mais lento deve se adaptar ao mais rápido, acaba por criar situações extremamente desfavoráveis aos ciclistas, como a necessidade de percorrer um trajeto muito maior do que o razoável para o deslocamento, por conta da baixíssima conectividade inerente à estrutura, com muito poucas oportunidades de travessia sinalizada.

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Vamos acabar com os trens em Mogi das Cruzes? (Ou como tentar resolver um problema criando outro muito pior)

Não, não estamos falando de pedir por racionalidade na infraestrutura viária, cedendo espaço para pessoas e transporte público. Infelizmente, estamos falando do inverso, de remover trilhos da CPTM, acabando com os trens. Tudo para abrir uma nova avenida para automóveis. O equívoco Abaixo reproduzimos o discurso que levou à produção do artigo. Trata-se da reprodução do original, publicado num grupo de discussão sobre a cidade de Mogi das Cruzes: “deixa eu dar um ponto de vista pois não conheço a cidade direito , não seria mais pratico este trem que vem de sp, parar antes da cidade e eliminar estas linhas que atravessam ela,travando o transito pois tem horas que o trem é a cada 10 minutos???, veja quanta economia pro municipio evitando de fazer viadutos, pontes e desapropriando comercio e residencias, usar o mesmo leito da ferrovia como uma grande avenida escoando o transito caotico do centro??”

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Integrando linhas da CPTM por meio do Rodoanel

Introdução Ainda que desperte uma problemática própria, o Rodoanel visa reduzir a indução de ocupações informais lindeiras, para tanto, a principal medida do Governo do Estado de São Paulo, visando também preservar o propósito primordial da rodovia (retirar veículos e caminhões de passagens de outras vias da capital e cidades da Região Metropolitana de São Paulo), foi de reduzir deliberadamente a quantidade de acessos ao anel rodoviário. Trata-se de um aspecto que limita, por exemplo, o potencial de park and ride (estacionamento para deixar o carro e ir de transporte coletivo) nas estações propostas, ainda que não signifique sua eliminação por completo. O foco, portanto, está no fornecimento de serviços expressos por linhas da EMTU, que farão trajetos como Poá-Ribeirão Pires.

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O momento chegou: a ciclovia na Paulista foi inaugurada

Quando comecei a fazer faculdade, em 2009, passei de fato a utilizar o transporte público da cidade diariamente. Para chegar à faculdade a minha linha passava pela Avenida Paulista inteira. A linha era lotada e infernal, situação que se atenuou com o tempo. Por alguns anos utilizei aquela linha diariamente e passei a constatar que vários ciclistas utilizavam aquela via, mesmo que muito congestionada. Me questionava a razão de preferirem trafegar por ali ao invés das vias paralelas. A resposta se encontrava facilmente no relevo muito acidentado e na inconstância destas vias, que na regiao do Parque Trianon e do Masp são divididas pelo túnel da Avenida Nove de Julho.

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CPTM cumpre promessa e faz reunião com blogueiros e ativistas

Introdução O encontro, prometido no mês de abril, na verdade, foi mais um bate-papo, onde o presidente se apresentou, falou um pouco de suas ações nestes três meses a frente da empresa e respondeu alguns questionamentos dos presentes. Legenda: O presidente da CPTM, Paulo de Magalhães, fala aos presentes Dentro os assuntos abordados, falou-se do comércio ambulante, de planos de evacuação em situação de emergência, atualização do site oficial e do aplicativo e assuntos relacionados aos projetos de modernização da malha da empresa, como novos trens regionais (também chamados de trens intercidades ou trens de média de distância), reformas de estações e novos trens para a frota de metropolitanos.

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Terminais de ônibus e a intermodalidade

O que é intermodalidade? Conforme a monografia de Elena Mesa Marquez, precisamos conceituar o que é transporte antes de efetivamente discutirmos intermodalidade, portanto (página 16): Segundo Rodrigues (2004, p. 17) “transporte é o deslocamento de pessoas e pesos de um local para outro”. Em termos mais abrangentes, Faria (2001, p.15) define que “transportar é conduzir, levar pessoas ou cargas de um lugar para outro” e afirma que a atividade de transportes tem origem tão remota quanto o surgimento da humanidade, estando o desenvolvimento da referida atividade diretamente ligado ao desenvolvimento dos seres humanos.

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