2015

Trem metropolitano na Marginal Tietê

Introdução O primeiro aspecto sobre uma ligação sobre trilhos na Marginal Tietê é observar que algo assim já havia sido sugerido na Rede Nossa São Paulo e também recebido alguma notoriedade quando, no ano de 2012, as intenções do governo estadual para implantar um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Marginal Tietê, juntamente com um parque no Cebolão, foram reveladas em algumas notícias, como podemos evidenciar no Estadão e na Gazeta de Pinheiros. Chegamos a questionar a antiga Subsecretaria de Desenvolvimento Metropolitano a respeito, mas não obtivemos resposta.

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A CPTM avança no relacionamento com o cliente, mas a timidez é reforçada pelo passado

Introdução Recentemente demonstramos solidariedade em relação A Viajante do Trem, que expôs uma situação problemática por ela vivida na Estação Luz: Muitos acompanharam o que aconteceu comigo na Luz na semana passada. Caos ocasionado por um grupo de pessoas que incitaram uma briga num lugar extremamente lotado e sem rota de fuga. O texto do qual o fragmento acima foi extraído se chama “Cliente é sempre cliente”, não deixe de lê-lo! Recomendamos também a leitura da resposta da CPTM que pode ser conferida aqui.

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O que ciclovias podem realmente fazer pela mobilidade?

Ciclovias estão entre os temas mais polêmicos dos últimos tempos aqui na cidade de São Paulo. Um dos argumentos que mais ouço nos debates sobre a validade desse investimento é o de que poucas pessoas usam bicicleta e, por isso, elas não deveriam merecer tanta atenção do poder público. Eu, como ciclista recente e pessoa atrapalhada, sei a diferença crucial que ela faz na segurança. Então a principal razão que eu defendo para apoiar ciclovias é: elas salvam vidas e isso vale qualquer investimento. Mas já que as razões pragmáticas também precisam ser apontadas, trago minhas contribuições ao debate. Todas elas acompanham links com as fontes.

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Por que o enterramento da CPTM no eixo Lapa-Brás é tão importante?

Introdução Há um documento que descreve mais detalhadamente a proposta, trata-se do Capítulo 10 de um estudo elaborado pela Fupam, uma entidade relacionada à Universidade de São Paulo. O trecho Lapa-Brás é chamado de Tronco Metropolitano da Mobilidade Urbana, que se desdobra da seguinte forma, de acordo com a página 1 do documento: O Tronco Metropolitano da Mobilidade Urbana compreende o trecho da rede da CPTM que começa nas proximidades da Estação Lapa e segue até a Estação Brás. Tem cerca de 10 quilômetros de extensão, com quatro linhas da CPTM em operação (7, 8, 10 e 11) e seis estações, sendo três na área da subprefeitura da Lapa (Lapa 7, Lapa 8 e Barra Funda), duas na subprefeitura da Sé (Julio Prestes e Luz) e uma na subprefeitura Mooca (Brás).

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Atrapalhando o trânsito de São Paulo

Alguns parecem tratar o trânsito de São Paulo como uma entidade diferenciada, que merece extremos cuidados e máxima prioridade, bem… temos uma má notícia para tais pessoas: aqui não tratamos o trânsito de São Paulo com tapete vermelho e muita pompa, ao invés, o Coletivo Metropolitano de Mobilidade Urbana prefere discutir formas de melhorar a mobilidade metropolitana, indo além dos automóveis. Quem faz o trânsito são pessoas dirigindo seus carros e a cidade é feita para todos, não só para aqueles que estão atrás do volante. Colocar o trânsito em posição de destaque não é a solução para a cidade.

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Racionalizar não significa radicalizar

Introdução Quando falamos de transporte coletivo, a questão não pode girar apenas em torno da lotação, primeiramente, é preciso lembrar do potencial de oferta de lugares, ou seja, da capacidade de transporte. O transporte coletivo apresenta desconforto, verdade seja dita, mas optar pelo automóvel não tornará o transporte coletivo melhor, apenas reforçará a lógica de que ele não deve ter prioridade. A lógica que precisamos é a de melhorar o transporte coletivo, seja pela expansão da rede, seja pela modernização, seja pelo aumento de qualidade nos serviços prestados.

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Trilhos para o Aeroporto Internacional

Introdução A Linha 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), partirá da Estação Engenheiro Goulart, na Zona Leste de São Paulo (Cangaíba) rumo ao município de Guarulhos, na Região Metropolitana, compartilhando parte da faixa dominial existente, pertencente à Linha 12-Safira (Brás-Calmon Viana) até se tornar exclusiva e atingindo posteriormente o GRU Airport (Aeroporto Internacional de Guarulhos/São Paulo-Governador André Franco Montoro). Trajeto e Informações Básicas A linha contará com integração à Linha 12-Safira da CPTM na Estação Engenheiro Goulart (km 15+500) e irá diretamente para o aeroporto, realizando terminal na região próxima do Terminal 4. na Estação Aeroporto Internacional de Guarulhos (km 24+200). Haverá também uma estação para atender aos moradores do Parque CECAP (Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães Prado), denominada Guarulhos-CECAP (km 22+600), com acesso também ao Terminal Turístico Rodoviário.

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Um olhar para a Linha 7-Rubi da CPTM

Introdução Em 1867 a primeira ferrovia do Estado de São Paulo nascia pelas mãos da SPR (The São Paulo Railway Company, Limited). Conectando Santos a Jundiaí, seu legado sobrevive até os dias atuais e, no contexto de um atendimento metropolitano, duas linhas da CPTM são responsáveis por atender as cidades compreendidas entre Jundiaí e Rio Grande da Serra: Linha 7-Rubi, conectando a Estação Luz à Estação Jundiaí; Linha 10-Turquesa, conectando a Estação Brás à Estação Rio Grande da Serra. Buscaremos discutir um pouco a situação da Linha 7-Rubi.

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Estação Brás, sinônimo de humilhação coletiva na Linha 3-Vermelha

Quando as portas do trem são abertas na estação, centenas de usuários, em grande maioria oriundos dos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), embarcam de maneira forçosa ao longo de toda a plataforma. Dentro do trem, quem está próximo da porta que se abriu é empurrado para a borda do corredor ou então para a porta oposta. Pessoas gritam, reclamam, xingam, trocam olhares, suspiram, há também quem tente conquistar uma posição menos sofrível, geralmente em vão.

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Falhas e mais falhas nos trens da Linha 10-Turquesa da CPTM

Atualização (05/01/2019): ao longo dos últimos anos (2018 e 2017, principalmente), os problemas ligados à manutenção dos trens da série 2100 parecem ter sido significativamente mitigados ou superados, de forma que não foram mais observados os incêndios e incidentes graves que aterrorizaram passageiros quando este artigo foi originalmente escrito. O artigo segue no ar para registrar o tipo de postura negligente que a CPTM e as empresas por ela contratadas podem adotar, com prejuízos difíceis de serem ressarcidos.

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